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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

RESENHA CRÍTICA: “QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?” JULIANE FALINSKI STEDILE



UNIVERSIDADE DE CUIABÁ
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS












RESENHA CRÍTICA: “QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?”


JULIANE FALINSKI STEDILE





























Sorriso
2012/2

JULIANE FALINSKI STEDILE
















RESENHA CRÍTICA: “QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?”







Resenha Crítica apresentada ao curso de Ciências Contábeis da Universidade de Cuiabá, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Ciências Contábeis, sob orientação do Prof. Esp. Jazon Pereira.

















Sorriso
2012/2
SUMÁRIO




APRESENTAÇÃO


O autor do livro Quem mexeu no meu queijo? é Spencer Johnson, um grande escritor de vários best sellers no mundo, escreveu este livro em dedicação ao seu amigo Kenneth Blanchard que o ajudou a escrever o livro O Gerente-minuto. Ele demonstra com essa metáfora maneiras simples de lidar com as dificuldades que as pessoas se deparam com as mudanças da vida cotidiana.

INTRODUÇÃO


Com esse trabalho iremos demonstrar qual o entendimento que podemos ter a partir da leitura do livro “Quem mexeu no meu queijo?” e como podemos utilizar seus ensinamentos em nossas vidas, lembrando de que essa história, apesar de muito simples e de fácil leitura pode ajudar muitas pessoas a lidarem com seus problemas frente às mudanças que sempre estão acontecendo pelo mundo e na vida de todos nós.






















QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?


Na história existem quatro personagens que representam partes de nós mesmos: os ratinhos Sniff e Scurry, e os homenzinhos Hem e Haw.
Os ratinhos fazem o melhor que podem para se adaptar as mudanças, pois são simples e não se importam em ter de correr pelo labirinto em busca de novos queijos. Já os homenzinhos, com suas vontades e emoções mais complicadas, acabam por dificultar as coisas e se negam a ir atrás de seus objetivos.
Os ratinhos que tinham seus instintos mais aguçados buscavam pelo queijo que mais gostavam e os homenzinhos, com seus cérebros cheios de informações, buscavam por queijos mais sofisticados, acreditando que era o que iria trazer-lhes felicidade e sucesso.
O labirinto era um lugar fácil para se perder, mas os que encontravam o caminho certo poderiam ter uma vida melhor. Todos usavam quase dos mesmos métodos para encontrar o queijo, correndo de um corredor para o outro, às vezes não encontravam nada, mas outras encontravam o queijo de que precisavam.
Um dia, encontraram no Posto C uma boa quantidade de queijo e logo criaram uma rotina, os quatro pararam ali e só saíam para ir para suas casas, empanturrados de tanto queijo que haviam comido. Não buscavam mais queijo em outros lugares, se acomodaram por saber que ali havia o que queriam e acreditavam que o queijo nunca iria acabar.
Enquanto isso os ratinhos continuavam a sua busca por queijo, correndo de um corredor a outro sem parar até encontrar mais queijo, desde que notaram que a cada dia o queijo diminuía, estavam preparados.
A rotina dos homenzinhos continuava a mesma, até que um dia chegaram ao Posto C e notaram que o queijo havia desaparecido, os ratinhos seguiram pelo labirinto fazendo o mesmo de todos os dias, já Hem e Haw se desesperaram, pois nunca imaginaram que o queijo iria acabar, já que para eles encontrar o queijo era mais do que um alimento, era considerado uma forma de bem-estar, segurança e sucesso.
Os homenzinhos estavam indecisos sobre o que fazer, enquanto os ratinhos buscavam por um novo queijo, que encontraram depois de um bom tempo correr sem sucesso, no Posto N de queijo, onde havia uma grande quantidade de queijo e onde ficaram muito felizes. E os homenzinhos ainda estavam no Posto C tentando descobrir para onde haviam levado seu queijo. Até que um dia Haw, já fraco pela falta de queijo para alimentá-lo, decidiu mudar, decidiu correr novamente pelo labirinto atrás de queijo como os ratinhos já estavam fazendo há muito tempo.
Hem não quis ir com ele, mas Haw foi à busca do novo queijo mesmo assim, às vezes se sentindo com medo e preocupado por ter deixado Hem sozinho no Posto C, seguiu com seus objetivos. Encontrou poucos pedaços de queijo pelo caminho, mas persistiu, pois sabia que havia perdido muito tempo esperando que o velho queijo reaparecesse sem notar as mudanças e que Sniff e Scurry já estavam bem adiantados na busca ao novo queijo do que ele.
Haw percebeu que deveria estar mais atento as coisas que aconteciam a sua volta e notou que se sentia motivado a continuar buscando por algo que nem ele mesmo sabia o que era, mas sabia que o faria feliz o que quiser que encontrasse. Ele decidiu voltar ao Posto C para levar um pouco de queijo que havia encontrado para Hem e ver se ele gostaria de acompanhá-lo nessa nova vida que estava levando, mas se decepcionou, pois Hem ainda preferia ficar ali esperando que alguém colocasse o velho queijo de volta no lugar sem se preocupar com o que acontecia a sua volta e sem tomar nenhuma atitude para mudar a sua situação. Sem outra opção Haw voltou a correr pelo labirinto, buscando por aquilo que sentia estar cada dia mais perto.
Ele sabia que quando se muda o que e como pensar também se pode mudar a maneira de agir, depende do que acredita ser o melhor para seguir com a mudança que aconteceu, muda-se com ela.
Haw encontrou um posto novo cheio de queijo, com uma quantidade e uma variedade imensa, seus amigos Sniff e Scurry já estavam lá há um bom tempo, era o Posto N que os ratinhos haviam encontrado. Haw achava que era imaginação sua, que todo aquele queijo não era real até que começou a comer dele.
Com tudo o que havia acontecido Haw percebeu que enquanto tinha medo de mudar, tinha uma ilusão sobre o velho queijo, onde o medo de morrer de fome foi um fator muito importante pra fazê-lo caminhar junto com a mudança, ao invés de lutar contra ela. Mesmo preocupado com Hem ele havia notado que seu amigo deveria encontrar o caminho sozinho, pois Haw já tinha feito a sua parte deixando pistas nas paredes do labirinto e ir atrás dele por algumas vezes e sem sucesso, pois ele sempre quis ficar parado esperando que o velho queijo aparecesse do nada em sua frente.
Agora o objetivo de Haw era cuidar de seu estoque do novo queijo e ainda assim correr pelo labirinto para ter consciência de tudo àquilo que estava acontecendo em sua volta para nunca mais ser pego de surpresa com novas mudanças outra vez, queria estar sempre preparado para o que quiser que pudesse acontecer.


















CONCLUSÃO


Com a leitura do livro pudemos notar que a vida é como um labirinto com várias entradas onde devemos procurar nosso caminho, podemos nos perder às vezes, mas se tivermos confiança as portas sempre se abrirão e as boas oportunidades aparecerão para nós.
O queijo pode representar os nossos objetivos, que devemos estar em constante busca para chegar até eles e sermos felizes, e o labirinto pode ser o lugar onde gastamos nosso tempo procurando maneiras de chegar ao sucesso, quer seja profissional ou pessoal.
O que de mais importante percebi foi o fato de que quando dissemos que alguém mexeu em nosso queijo, quer dizer que mudaram algo em nossa vida que talvez não gostemos muito. Em nosso trabalho isso ocorre com muita freqüência, mas devemos buscar novas maneiras de realizar os nossos afazeres e sermos felizes, quem sabe até buscando por um novo queijo.
Devemos nos adaptar o mais breve possível às mudanças para não ficarmos para trás e nem sofrermos quando elas acontecerem em nossas vidas devemos estar preparados para mudar e querendo sempre aprender coisas novas.











REFERÊNCIAS


JOHNSON, Spencer, Quem mexeu no meu queijo?, Editora Record, 57ª edição/2009.

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