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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

RESENHA CRÍTICA DO LIVRO “O MONGE E O EXECUTIVO” ANA PAULA DOS SANTOS OLIVEIRA



UNIVERSIDADE DE CUIABÁ
CURSO DE CIENCIAS CONTABEIS

 







RESENHA CRÍTICA DO LIVRO “O MONGE E O EXECUTIVO”
ANA PAULA DOS SANTOS OLIVEIRA

























Sorriso
2012/2
ANA PAULA DOS SANTOS OLIVEIRA


















RESENHA CRITICA DO LIVRO “ O MONGE EO EXECUTIVO”





Resenha critica apresentada ao curso de Ciências Contábeis da Universidade de Cuiabá, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Ciências Contábeis sob orientação do Prof. Esp. Jazon Pereira.



















Sorriso
2012/2
APRESENTAÇÃO

James C. Hunter é consultor-chefe da J. Associados, uma empresa de consultoria na área de RH e treinamento. Com mais de 20 anos de experiência. Hunter desenvolveu uma carreira como instrutor e palestrante. Autor do livro O Monge e o Executivo uma historia sobre a essência da liderança. Um livro que narra a história de John Daily, um executivo bem sucedido.
























RESUMO DA OBRA 


O Livro “O Monge e o Executivo" conta a história de um executivo chamado de John Daily, formado em administração, Gerente geral de uma grande indústria, um homem muito bem sucedido na vida, Casado com Rachel, formada em psicologia.  Adotaram um filho, chamado de John Jr. Depois de dois anos Rachel teve uma menina, chamada Sara. Com uma família bonita e bem sucedida, não faltava motivo para se orgulhar. Mas com o tempo, as coisas começaram a mudar, sua esposa passou a cobrar mais atenção, seus filhos não eram mais aqueles anjinhos. Com isso sua vida foi dando uma reviravolta, nada dava certo, na família, trabalho e lazer.
Logo, deixou de ser um homem feliz e passou a ser um homem preocupado, nervoso, não conseguindo separar os acontecimentos da sua vida pessoal com a profissional, deixando-o levar em sua vida seus problemas.
Rachel pediu que John fosse conversar com o pastor, onde o mesmo indicou que fosse ao mosteiro. De inicio, não gostou muito da idéia, mas com pedidos de Rachel, aceitou e logo já ficou curioso, pois o soube que lá estava um ex-executivo chamado de Leonardo Hoffman, um renomado empresário, famoso por suas conquistas e administrações, que largou tudo para viver isolado no mosteiro, que com o passar dos tempos veio a ser chamado de irmão Simeão pelo o reitor James.
John teve a escolha de passar uma semana em um mosteiro ao norte de Michigan, depois que sua mulher o convencerá. Logo ao chegar no mosteiro Douglas lhe informa as regras do local, onde passaria sete dias.
Lembra-se de perguntar por Leonard Hoffman, quer conhecê-lo, conversar sobre vários assuntos. Descobre que, ali, Hoffman tem um nome diferente: Simeão, nome que o tem acompanhado, aparentemente por estranha coincidência durante toda a sua vida. Então, passou a viver a jornada, que de fato que foi imposta, no entanto, tendo que acordar cedo, mas se dedicando com respeito os horários estabelecidos, porém, com uma curiosidade enorme de conhecer o Len Hoffman. Veio a conhecê-lo em uma situação inesperada, quando chegou em seu quarto e deparou com o irmão Simeão que era o Len Hoffman. Com isso, tiveram uma boa conversa, conhecendo-os e combinando de dialogarem mais durante a semana que passara no retiro. Quando John, veio em mente todas as suas dúvidas, a respeito de Simeão, os pensamentos de Rachel e seu sonhos que dizem "ache Simeão - ache Simeão e ouça-o!".
            Dando início ao retiro, juntaram-se, e o Simeão apresentou-se ao grupo, falando de suas experiências, como administrador e também conhecendo cada um que estavam ali presentes, falou e fez algumas colocações, demonstrando a diferença do poder e de autoridade e cobrando de que cada um deve tomar decisões pessoais sobre a aplicação destes princípios a suas vidas. E como se obtiver a liderança. O grupo é dividido em seis componentes, que participam do retiro, que são eles; Lee, o pregador, Greg, um jovem sargento do Exército bastante vaidoso. Teresa, de origem hispânica, diretora de uma escola pública, Chris, uma mulher negra, alta e atraente, treinadora do time de basquete da Universidade Estadual de Michigan. Uma mulher chamada Kim enfermeira-chefe do Centro Neonatal do Hospital Providence no sul do estado e John Daily. Juntou-se o pensamento de todos e chegando a um consenso sobre liderança definiu: É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum. E pegando pensamento do "sociólogo Max Weber", o pregador definiu com suas palavras a diferença de poder e autoridade.
Poder: È a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer.
Autoridade: A habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer por causa de sua influência pessoal.
            No dia-a-dia, são impostas, aquelas definições básicas as quais um líder deve seguir e ter para ser respeitado. Definições tais como: submissão, humildade, amor e principalmente saber ouvir. Também enfatiza os paradigmas e mostra os caminhos corretos de navegar na vida, de maneira adequada em torno de nós e nas organizações e de outras pessoas.             Ensina como ter paciência, mostrar autocontrole sobre as situações mais conflituosas, realçando a importância de bem conjugar com a realização de relacionamentos saudáveis. Porém, analisando as necessidades de John Daily, percebo que estamos cercadas delas em nossos dias atuais. Onde tentamos suprir e procurar soluções necessárias para podermos impor as nossas habilidades adquiridas sobre liderança, respeito, autoridade, empatia, comunicação e acima de tudo com amor, onde temos como grande exemplo Jesus Cristo, onde, o mesmo, inspirou um modelo de Liderança que consiste na seguinte ordem:? Liderança ? Autoridade ? Serviço e Sacrifício ? Amor ? Vontade A liderança que se exerce a longo prazo suportando o teste do tempo, deve ser construída sobre a autoridade. Pode-se até ter poder, mas estará comprometendo o relacionamento, o que dificultará o exercício e a aceitação de sua influência. Jesus munido de Todo Poder foi sábio ao conquistar pela autoridade.
            Ao final do encontro os participantes, saem do mosteiro, com ás experiências adquiridas, levando em suas bagagens ensinamentos, de que para serem líderes eles precisam servir e mudar de fora para dentro. Tendo total conhecimento de que para ter a liderança, não necessitaria do uso do poder, e sim, de autoridade, que é doar-se acima de tudo, onde é á habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer, por causa de sua influência pessoal. (citação do livro). E sabendo-se, que necessita também de uma base espiritual muito forte, onde servirá, em sua consciência, nas atitudes tomadas quando liderarem pessoas, onde o amor é à base de tudo em suas vidas.


          

CONCLUSÃO

Ler o livro "O Monge e o Executivo", traz um conhecimento bastante enriquecedor, pois, o mesmo, aborda fatos extremamente reais no dia-a-dia, trazendo conceitos, fatos verídicos, parábolas e citações de outros estudiosos, psicólogos e demais profissionais, no intuito de fazer analogias compreensíveis e acessíveis à diversidade do público-alvo (acadêmicos, empresários, profissionais liberais e aos vários segmentos da sociedade civil interessados no comportamento ideal de um líder de excelência).
Apresenta um bom conteúdo, para com que o leitor, delas retire bagagens muito propícias em suas vidas, em muitos relatos, aborda fatos, que em alguma uma delas, faz que o mesmo, sinta-se sujeito da história comparando situações, com as demais ocorridas em sua vida pessoal. Aprende a lidar com as demais formas de liderança, transplantando modelos novos, e fazendo com que esqueça os modelos antigos de apenas querer mandar com a força e o poder, com atitudes egoístas que menosprezem a individualidade pessoal, e se apodere, de seu "autoritarismo".
Liderar é trabalhar em equipe, é saber as necessidades alheias, é ouvir e sentir o que o cerca, principalmente as pessoas. Liderar é acima de tudo questionar-se sobre suas necessidades e dos que lhe rodeiam. È buscar soluções, aonde não existe, é respeitar as vontades dos liderados e amar o próximo como a si mesmo.
            Mas é essencial desenvolvermos algumas de suas habilidades, seja a servidão, o sacrifício, a liderança, a autoridade ou o amor. Como já disse, nem todos desejam serem líderes. Existem aqueles que acham que liderar não é para qualquer um, mas não concordo, acho que todos têm seus momentos de líderes, seja em casa, na escola, no trabalho ou até mesmo entre os amigos.
Às vezes lideramos e nem percebemos, mas quando possuímos a habilidade de influenciar as pessoas, de certa forma estamos exercendo a liderança. Às vezes gostamos desta sensação, mas a não admitimos.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA


HUNTER, James C; O Monge e o Executivo: uma história sobre a essência da liderança. Editora Sextante, Rio de Janeiro. 2004.























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