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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

COOPERATIVISMO Cooperbrasil. JONAS DO VALOR RIBEIRO DOS SANTOS



                                                            UNIC- SORRISO    
CURSO BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

JONAS DO VALOR RIBEIRO DOS SANTOS

 



COOPERATIVISMO
Cooperbrasil.






















SORRISO – MT
2012
JONAS DO VALOR RIBEIRO DOS SANTOS

























COOPERATIVISMO
Cooperbrasil.








Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Administração de Empresas sob a orientação do professor Esp. Jazon do 8° Semestre do curso de Administração de Empresas da Unic - Sorriso.






SORRISO – MT
2012
LISTA DE QUADROS

Quadro 01 - Pontos sobre o caráter cooperativista.

Sumário

1-Introdução............................................................................................................................ 4
2-Referencial Teórico.............................................................................................................. 4
2.1-Sete linhas que orientam o cooperativismo....................................................................... 6
3-Entrevista............................................................................................................................. 7
4-Conclusão............................................................................................................................. 9
5-Referências Bibliográficas.................................................................................................. 10

1 Introdução
Os Princípios Cooperativistas são considerados como a principal referência da prática cooperativista no mundo, norteando a atuação dos cooperados e o funcionamento das cooperativas.
 Este trabalho vem para demonstrar como está inserida e a finalidade das cooperativas em nossa cidade. Onde fomos incumbidos de procurar cooperativas que pudessem nos passar informações sobre o funcionamento e qual o ramo de negocio dela entre outros assuntos.
Fomos até a empresa Cooper Brasil que tem sede na Avenida Tancredo Neves n° 320 sala 04 centro. A cooperativa visitada esta inserida no ramo agrícola.
Foram realizadas perguntas que vão desde a sua implantação até opiniões de associados, sempre buscando comparar o cooperativismo estudo em sala com o que vimos no mercado de trabalho.
2 Referencial Teórico
Cooperativismo é um movimento, filosofia de vida e modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social. Seus referenciais fundamentais são: participação democrática, solidariedade, independência e autonomia.
É o sistema fundamentado na reunião de pessoas e não no capital. Visa às necessidades do grupo e não do lucro. Busca prosperidade conjunta e não individual. Estas diferenças fazem do cooperativismo a alternativa socioeconômica que leva ao sucesso com equilíbrio e justiça entre os participantes. Associado a valores universais, o cooperativismo se desenvolve independentemente de território, língua, credo ou nacionalidade. [1]
Uma cooperativa tem de ter uma estrutura sólida, distribuída pela Assembléia Geral, Administração e Conselho Fiscal. O estatuto da cooperativa pode prever a criação dos órgãos que entender melhor à sua Administração, mas, a sociedade é administrada por uma diretoria composta exclusivamente de cooperados, com vigência de mandato por quatro anos no máximo (ALVES, 2002).
Para ser um cooperado é preciso comparecer as assembléias anuais, informar-se adequadamente e educar-se sobre a ação da cooperativa, sendo disponível ao auxílio do empreendimento, atendendo a todas as exigências legais e ajudando a superar os desafios da cooperativa.
Quadro 01 - Pontos sobre o caráter cooperativista:
Confiança
O senso de autocontrole e domínio do próprio comportamento nas mais diversas situações, favoráveis ou não, convencendo-se de que há maior probabilidade de vencer do que fracassar num empreendimento, e que os companheiros serão úteis;
Curiosidade
O senso de que descobrir coisas é positivo e dá prazer, o que encoraja rumo ao novo e desconhecido;
Intencionalidade
O desejo e capacidade, relacionado com o senso de competência e eficiência, de causar impacto e explorar isso com persistência;
Reciprocidade
A capacidade de entrosar-se com outros, baseada no senso de ser entendido por eles e entendê-los, equilibrando as próprias necessidades com as dos outros.
Adaptado de ALVES (2007, p.87).
O quadro mostra o modelo em que um cooperado deve portar dentro de uma cooperativa, visando sempre o bem-estar de todos os outros, e nunca visando o “eu” e sim o “nós”, para que todos se entendam e sejam solidários em seus deveres.
Cooperativismo é um movimento, filosofia de vida e modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social. Seus referenciais fundamentais são: participação democrática, solidariedade, independência e autonomia. É o sistema fundamentado na reunião de pessoas e não no capital. Visa às necessidades do grupo e não do lucro. Busca prosperidade conjunta e não individual. Estas diferenças fazem do cooperativismo a alternativa socioeconômica que leva ao sucesso com equilíbrio e justiça entre os participantes. Associado a valores universais, o cooperativismo se desenvolve independentemente de território, língua, credo ou nacionalidade.
Cooperativa é uma organização de pessoas que se baseia em valores de ajuda mútua e responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Seus objetivos econômicos e sociais são comuns a todos. Os aspectos legais e doutrinários são distintivos de outras sociedades. Seus associados acreditam nos valores éticos da honestidade, transparência, responsabilidade social e preocupação pelo seu semelhante.
2.1 Sete linhas que orientam o cooperativismo
1º - Adesão voluntária e livre - as cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e assumir as responsabilidades como membros, sem discriminações de sexo, sociais, raciais, políticas e religiosas.
2º - Gestão democrática - as cooperativas são organizações democráticas, controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões. Os homens e as mulheres, eleitos como representantes dos demais membros, são responsáveis perante estes. Nas cooperativas de primeiro grau os membros têm igual direito de voto (um membro, um voto); as cooperativas de grau superior são também organizadas de maneira democrática.
3º - Participação econômica dos membros - os membros contribuem eqüitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os membros recebem, habitualmente, se houver uma remuneração limitada ao capital integralizado, como condição de sua adesão. Os membros destinam os excedentes a uma ou mais das seguintes finalidades:
·                    Desenvolvimento das suas cooperativas, eventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos será, indivisível;
·                    Benefícios aos membros na proporção das suas transações com a cooperativa;
·                     E apoio a outras atividades aprovadas pelos membros.
4º - Autonomia e independência - as cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos seus membros. Se firmarem acordos com outras organizações, incluindo instituições públicas, ou recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos seus membros e mantenham a autonomia da cooperativa.
5º - Educação, formação e informação - as cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.
6º - Intercooperação - as cooperativas servem de forma mais eficaz aos seus membros e dão mais - força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.
7º - Interesse pela comunidade - as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos membros. [2]
Como toda forma organizada de gestão, uma cooperativa tem por trás uma estrutura sólida e bem dividida. Cada pessoa interessada em participar de um empreendimento como este deve conhecer as formas adequadas de funcionamento, as determinações legais e todas as características que garantam a condução de ações, da maneira mais harmoniosa possível.
3 Entrevista
A entrevista com os cooperados foi desenvolvida no dia 12/09/2012 na cooperativa cooperbrasil que está a 4 anos atuando no mercado de sorriso, com 75 associados atuando no médio norte do Mato Grosso no ramo de comercialização agrícola.
Segundo Marcelo o que motivou a ser presidente foi ajudar ao desenvolvimento social possibilitando dessa forma uma parceria publica ou privada visando melhorar a qualidade de vida dos associados, gerando dessa forma novas oportunidades e perspectivas ao município e a sociedade, onde seu período no cargo será de quatro anos, começou a exercer o cargo em 2008 e terminará no presente ano.
Para Marcelo ele não quer se candidatar a presidente outra vez, porque é necessário novos pensamentos, ideologia para representar e continuar o desenvolvimento da gestão cooperativa.
O porquê de se associar a esta cooperativa, respondeu, para sobreviver mediante aos grandes grupos do agronegócio, dessa forma garantimos força perante o mercado no que diz respeito à comercialização e aquisição de insumos.
Os cinco pontos fortes da cooperativa é a credibilidade, alcance territorial, colaboradores, associados e capacidade de gestão. O presidente diz que não existem pontos fracos.



















4 Conclusão
Conclui-se que o presente trabalho demonstrou o quanto o cooperativismo vem crescendo no mundo. O poder que as cooperativas tem demonstrar o quando elas podem crescer e ajudar seus associados.
Mais como vimos nessa entrevista realizada na empresa notou-se que elas não seguem o verdadeiro roteiro apresentado em sala, pois na verdade buscam apenas o crescimento de pessoas indicadas não seus cooperados como um todo. Isso mostra que elas surgem apenas para terem um poder de barganha maior e creditar-se de incentivos fiscais, isso não demonstrar ser uma verdadeira cooperativa.





















5 Referência Bibliográfica
ALVES, Marco Antonio Pérez. Cooperativismo: arte e ciência. São Paulo: Universitária de Direito, 2002.
 Disponível em: <http://www.ocb.org.br/site/cooperativismo/index.asp> Acessado em: 04/09/2012 às 13hrs 47 min.
Disponível em: < http://www.ocb.org.br/site/cooperativismo/principios.asp> Acessado em: 12/09/2012 às 14hrs.





[1]  http://www.ocb.org.br/site/cooperativismo/index.asp.  Acessado em 04/09/2012 às 13h47min.

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